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Cronologia

1515 - D. Manuel manda construir a Torre de Belém, no local onde D. João II pretendera erguer um forte para defesa do porto e sob projectos de Garcia de Resende.

1516 - Francisco de Arruda é referido como mestre do Baluarte de Belém.

1521 - Gaspar de Paiva é nomeado oficialmente 1 º Capitão – Mor.

1580 - Serve de Fortaleza até esta data. Após poucas horas de combate a Torre entrega-se ao Duque de Alba, cujas forças representavam o domínio espanhol. As masmorras passam a servir de prisão de Estado. Nessa altura a Torre foi aumentada para albergar mais soldados, o que originou importantes alterações na parte superior do Baluarte.

1589 - Filipe II encomenda ao Eng. italiano Pe. João Vicêncio Casale um projecto de fortaleza para completar a defesa do Tejo. Constroem - se os "Quartéis Filipinos" - construção simples paralelepipédica sobre o baluarte, junto ao alçado sul da Torre.

1640- As masmorras do baluarte continuam a servir de prisão política aos condenados de elevada categoria social.

1780 - Durante o reinado de D. Maria I o General Guilherme de Valleré constrói o Forte do Bom Sucesso.

1782 - Constrói - se a Bateria do Forte do Bom Sucesso que o ligava ao baluarte casamatado da Torre, numa espécie de muralha equipada com artilharia.

1808/14 - Durante as Invasões francesas sofreu algumas alterações para poder comportar diversas instalações militares.

1845 - Foi restaurada durante o reinado de D. Maria II, em consequência de protestos de Almeida Garrett e esforços do Duque da Terceira, então ministro de Guerra, tendo as obras ficado sob direcção do Eng. Militar António de Azevedo e Cunha. Novos elementos esculpidos, tais como o nicho com a imagem de N. S. das Uvas, foram acrescentados à estrutura original.

1865 - Colocação de uma baliza luminosa (farolim), na extremidade sul do terraço do Baluarte.

1867 - Instalação da Fábrica do Gás nas imediações, o que veio a causar grandes protestos.

1940 - É entregue ao Ministério das Finanças. Procede - se à demolição dos "Quartéis", situados sobre a Bateria e constrói-se o claustro interior, os merlões em forma de escudo e os piramidais, as cúpulas de gomos das guaritas, o pano de muro protegendo a entrada bem assim como outras obras. Durante o governo de Salazar foram realizadas alterações nas margens do rio Tejo, o que se repercutiu na área envolvente da Torre de Belém.

1983 - São feitas obras de adaptação para a XVII Exposição de Arte, Ciência e Cultura. Coloca-se uma cúpula acrílica sobre o claustrim e cria-se um lago artificial em volta da Torre, para que permanecesse dentro de água.

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